No prelo, a 2 edição de minha tese de doutorado.
Chega da gráfica nesta segunda e vamos inovar editando também em eBook!
"Como é que os regimes opressivos mantêm seu controle? Pesquisa, cuidadosa e inovadora, reconstrói em grande parte o mundo dos próprios censores, [mas] a parte mais original do seu estudo é a análise da colaboração de jornalistas com o regime. Uma história até agora obscura, [um] livro que muda a nossa compreensão de um período sombrio" [Michael Hall/Unicamp] - 5° Lugar em Ciências Humanas/Prêmio Jabuti - 2004.
domingo, 20 de maio de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
Quando penso que já li tudo, a FSP me surpreende para o mal...
Folha quer investigar quem queimou
aqueles carros que ela emprestou à OBAN
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por Luiz Carlos Azenha
No Brasil a guerra fria ainda não acabou. O anticomunismo vive. Ser “de esquerda” é considerado pejorativo pelo jornal mais importante do país.
Notaram como Demóstenes Torres nunca foi classificado como “de direita”?
Vejamos as repercussões da escolha dos integrantes da Comissão da Verdade, criada para apurar os crimes da ditadura militar, segundo a Folha.
Página A11: “Amorim não é exatamente querido entre os militares por conta de seu perfil de esquerda e pela pouca familiaridade com os temas da pasta”. Não é preciso dizer que os militares são “de direita”?
Na mesma página: “Em relação aos crimes cometidos pela esquerda, membros da comissão afirmaram que o tema ainda precisa ser discutido internamente”.
Na página A14, alguns militares ouvidos pela Folha (quais, exatamente — os de direita?) desaprovam o nome da advogada Rosa Maria Cardoso da Cunha, que defendeu Dilma Rousseff e Ivan Seixas, dentre muitos outros.
Na página A15, o texto parece trair o medo do próprio jornal: “Sem Fla-Flu”, “sem revanchismos”, “sem as angústias juvenis” — algumas das frases estão entre aspas, revelando qual foi o foco das perguntas dos entrevistadores.
Na última página, reprise: “Membros do grupo revelaram à Folha que também discutirão a possibilidade de investigar crimes cometidos pela esquerda armada”.
Ou seja, em breve a Folha vai pedir para investigar Dilma Rousseff e aqueles que queimaram os veículos que o jornal emprestou à Operação Bandeirantes (que manteve o maior centro de torturas de São Paulo ) para fazer campana.
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